Segue a baixo as gravações do duo paraense "Artesanato Furioso" que trabalham arte sonora, performance eletroacústica e improvisação sobre objetos amplificados. Criado em Belém-PA em setembro de 2000 pelos compositores Fábio Cavalcante e Valério Fiel da Costa, o duo foi responsável pelo primeiro concerto formal de música eletroacústica do Pará, e ficou conhecido, em 2001, depois de realizar dois concertos de madrugada no desativado Cemitério da Soledade em Belém com ampla participação do público (que julgava estar numa festa rave) e da polícia local. O duo tem como proposta a utilização do som como objeto artístico, independentemente da sua fonte sonora. As gravações a baixo são da apresentação no ICA, dias 22 e 23 de setembro de 2007. Para baixar as músicas, clique com o botão direito sobre os seus títulos e selecione "salvar destino como..." ou "salvar link como..."
22 de setembro. 24:00h * Cu cagão (Fábio Cavalcante). Com Allan Carvalho (coro e pano); Fábio Cavalcante (coro e sons gravados); Renato Torres (voz e balão) e Valério Fiel da Costa (Coro e Velcro). * Silêncios, peixes e assombrações subaquáticas (Valério Fiel da Costa). Com Arthur Alves (cello com delay) e Valério Fiel da Costa (piano preparado). * Missa (Valério Fiel da Costa). Com Alan Fonseca, Allan Carvalho, Cláudio Costa, Judson Brito, Renato Torres (panelas) e Valério Fiel da Costa (voz e teclado). * Música de microfonia (Valério Fiel da Costa / Fábio Cavalcante). Com Fábio Cavalcante (microfone, toca-disco, máquina de chuva e balão) e Valério Fiel da Costa (microfone, rádio, sons gravados, roque-roque, balão e molho de conchas)
23 de setembro. 20:00h * Poluição sonora (Fábio Cavalcante). Com Allan Carvalho (balão); Cláudio Costa (copos e isopor); Fábio Cavalcante (sons gravados) e Valério Fiel da Costa (copos e isopor). * Kensho (Valério Fiel da Costa). Com Allan Carvalho (cadeira, roque-roque, percussões e voz); Cláudio Costa (cadeira, roque-roque, percussões e voz) e Valério Fiel da Costa (cadeira, roque-roque, percussões e voz) * Cirurgião (Fábio Cavalcante). Com Alan Fonseca (tarraxa de violão); Cláudio Costa (tarraxa de violão e pente); Fábio Cavalcante (violão, pente e faca) e Valério Fiel da Costa (sons gravados). * Trash plastic (Valério Fiel da Costa / Lilian Campesato). Com Fábio Cavalcante (plástico, microfone, lata de cerveja e fita gomada) e Valério Fiel da Costa (plástico, copo e papel)
No dia 07 de maio, a Fundação Aperipê anunciou a nova grade de programação, mudando o horário do nosso delicioso programa das noites de domingo. A partir do dia 10 de maio de 2009 o nosso Vanguarda vai passar das 21 para as 23 horas, ainda (sempre) aos domingos. Pois é, galera: A MUDANÇA NOS TIROU DO HORÁRIO NOBRE.
O Kraftwerk foi fundado em 1970 por Florian Schneider-Esleben (flauta) e Ralf Hütter (teclado) no seu estúdio Kling Klang, na cidade de Düsseldorf, Alemanha. Conheceram-se quando estudavam no Conservatório de Düsseldorf no final dos anos 60, participando da cena experimental da música da época, o movimento posteriormente intitulado Krautrock. As primeiras formações da banda, entre 1970 e 1974, eram bastante rotativas, com Hütter e Schneider trabalhando com vários outros músicos para gravar quatro álbuns e se apresentar algumas vezes. Entre os participantes destacam-se o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger , que deixaram a banda para formar o Neu!. A participação, experiência e influência do produtor Konrad "Conny" Plank foram também significativas. Trabalhou com bandas como Can, Neu!, Cluster, e, como resultado do seu trabalho com os Kraftwerk, o seu estúdio localizado em Colónia tornou-se num dos mais requisitados no final dos anos 70. Plank produziu os primeiros quatro álbuns da banda. O sucesso da banda veio em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa de 22 minutos motorik. A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos electrónicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) e The Man Machine (1978). Em 1975 formou-se o que ficou conhecido como a formação clássica do Kraftwerk, para a digressão de Autobahn. Juntaram-se a Hütter e Schneider Wolfgang Flür and Karl Bartos como percussionistas electrónicos. No dia 5 de Janeiro de 2009, Florian Schneider anunciou a sua saída do Kraftwerk. Shneider era o penúltimo integrante da formação original da banda, cuja também foi um dos fundadores e onde permaneceu por mais de 40 anos. Florian não se apresentava com o Kraftwerk desde a turnê nos EUA de Abril de 2008, e foi substituído nesses shows por Stefan Pfaffe (antigo colaborador da banda). Da formação original restou apenas Ralf Hütter. (fonte: Wikipedia)
A Ibrasotope CS é uma nova gravadora virtual do Brasil que inicia suas atividades com duas coletâneas: a primeira contendo trechos de shows promovidos pelo Ibrasotope em 2008 e a segunda contendo 10 músicas eletroacústicas selecionadas dentre as apresentadas nos concertos promovidos pela casa. O Ibrasotope promove concertos, oficinas, palestras, intervenções, entre outros eventos, todos relacionados à música experimental. Sua intenção é estabelecer um pólo fixo de integração entre os criadores e interessados na produção de música experimental / contemporânea, e possibilitar a divulgação, bem como a ampliação de abrangência e alcance do que é feito atualmente nesse sentido. Funciona no domicílio no qual residem os dois fundadores, Henrique Iwao & Mário Del Nunzio, em São Paulo.
Vol. 1, artistas: J.-P. Caron; Duo Thomas Rohrer & Antônio Panda Gianfratti; Sônax; Dada Attack + Pan&Tone; Dom Pedro, Henrique Iwao, Mário Del Nunzio, Pan&Tone & Peter Gossweiller; Matthias Koole & Ensemble Limite; Valério Fiel da Costa (interpretada por Alfredo Votta); Paulo Hartmann; Koll Witz; Henrique Iwao; Tetuzi Akiyama.
O sítio Get Lo Fi, acabou de lançar um álbum virtual: Bent Out of Shape, que contém uma seleção de obras que utilizam procedimentos do Circuit Bending.
Uma das primeiras composições que integram o álbum Clara Crocodilo, esta, especialmente composta para concorrer no Festival Universitário da MPB da TV Cultura em 1979, anuncia o tom do disco lançado em novembro do ano seguinte. A música concorreu, foi vaiada, aplaudida e acabou vencedora. Diversões eletrônicas acaba por ser um segmento desta estória deste personagem, que segundo o próprio Arrigo, não é nada além da música. O disco, é, definitivamente um marco na história da música brasileira por trazer para próximo da música popular as teorias da música erudita dodecafônica. Neste vídeo podemos ver figuras ilustres que integraram a banda sabor de veneno (que não durou mais que os shows deste album), como por exemplo a cantora Vânia Bastos e aquele negão de camisa xadrex que toca o contrabaixo: Itamar Assumpção, para o qual Arrigo compôs uma missa, após o seu falecimento. Essa missa tem um making of da gravação que está logo abaixo.
Making of do CD "MISSA IN MEMORIAM ITAMAR ASSUMPÇÃO" gravado em São Paulo, em abril de 2006, no estúdio Comep. Com: Arrigo Barnabé, Zena Assumpção Regência: Tiago Pinheiro Produção: Thanx God Produtor Executivo: Carlos Careqa Direção/Fotografia/Edição: Edson Kumasaka